Serviço · Identidade visual
Símbolo, paleta, tipografia e manual de uso — o sistema que faz o negócio parecer o mesmo no perfil do Google, na fachada, no orçamento e no Instagram. Cinco marcas completas já saíram daqui.
Logo é um desenho. Identidade visual é o conjunto de regras que faz esse desenho funcionar em todo lugar: quais cores existem e quais não existem, que tipografia acompanha, qual é o espaço mínimo em volta do símbolo, o que fazer quando o fundo é escuro, e o que nunca se faz — esticar, trocar a cor, colocar sombra.
A diferença aparece no terceiro mês. Quem comprou só um arquivo descobre que ele não serve para o perfil do Google, fica ilegível no adesivo do carro e não combina com nada que a empresa publica. Quem comprou um sistema entrega qualquer peça a qualquer pessoa e recebe de volta algo que parece da mesma empresa.
Esta é a linha mais bem provada da casa. São cinco marcas completas entregues: OKW Estética Automotiva, MarqueCorte, StockFi, a PCMInfo — com manual da marca, papel timbrado e assinatura de e-mail — e a própria Braxis360, cujo manual está na versão 1.0 e governa tudo o que você está vendo nesta página.
Duas dessas marcas nasceram junto com o produto que elas nomeiam, o que é uma vantagem rara: quem desenha a marca e constrói o sistema não precisa traduzir nada entre as duas etapas.
Se o negócio ainda vai mudar de nome, de sócio ou de ramo nos próximos meses, marca nova é dinheiro gasto duas vezes. Se ninguém encontra a empresa, o problema é de distribuição, não de aparência: a busca local se decide no perfil do Google, e o caminho é a presença no Google antes do rebranding.
E existe o caso mais comum: a marca atual é feia, mas conhecida no bairro. Aí a decisão não é trocar, é organizar — manter o que as pessoas reconhecem e construir o sistema em volta. Jogar fora reconhecimento acumulado é o erro mais caro deste serviço.
Começa por uma conversa sobre o negócio, não sobre gosto: o que você vende, para quem, o que o cliente pensa quando te vê pela primeira vez e quem são os concorrentes na praça. Sem isso, o design vira preferência pessoal, e preferência pessoal é a única coisa que não se defende em reunião.
Depois vem uma direção, não três propostas soltas: caminho escolhido, justificado, e ajustado com você. Ao final entram os arquivos, o manual e as aplicações — e a marca só é considerada entregue quando está aplicada em pelo menos um lugar de verdade, e não só no PDF de apresentação.
É projeto e não tem tabela, porque o escopo muda muito: uma marca com símbolo, paleta, tipografia e manual é um trabalho; a mesma coisa com papelaria, uniforme, fachada e trinta peças é outro. O orçamento sai de uma conversa de trinta minutos, com escopo escrito e preço fechado, nunca por hora.
De duas a quatro semanas para o núcleo — símbolo, paleta, tipografia e manual —, contando as rodadas de ajuste. O que estica prazo não costuma ser o desenho: é a decisão. Quando há mais de um sócio opinando, vale combinar antes quem dá a palavra final, porque marca decidida por comitê tende a virar a média das opiniões, que é o pior resultado possível.
Recebe. A entrega inclui os vetores editáveis e as versões prontas para uso, e todos ficam com você — sem depender de nós para nada. É a mesma regra que aplicamos a domínio, hospedagem e conta de anúncio: o que é do cliente fica com o cliente.
Não fazemos o registro, que é trabalho de quem atua com propriedade industrial, mas orientamos o caminho e desenhamos pensando nele — nome e símbolo distintivos, sem elementos genéricos demais para serem protegidos. Vale fazer a busca de anterioridade antes de investir na aplicação, e não depois.
Depende do que as pessoas reconhecem. Se o símbolo já é lembrado no bairro, o caminho costuma ser evolução e não substituição: manter a forma que as pessoas identificam e reconstruir o sistema em volta — cores, tipografia, aplicações. Jogar fora reconhecimento acumulado é o erro mais caro que se comete aqui.
Estas são as perguntas próprias desta página. As gerais — como começa, quais cidades, como cobramos, o que fazemos com seus dados — estão em perguntas frequentes.
Conversa inicial sem custo. Mostre o que você usa hoje — logo, cartão, perfil, fachada; a gente diz o que dá para organizar sem refazer tudo, e o que só se resolve refazendo.
Identidade visual para Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, a capital e, remotamente, o Brasil inteiro.