Serviço · Tráfego pago

Tráfego pago em São Bernardo do Campo

Google Ads e Meta Ads para quem vende em São Bernardo — da indústria que procura comprador técnico ao comércio de bairro que precisa de telefone tocando. Duas contas diferentes, e a diferença não é de esforço.

Duas economias na mesma cidade

São Bernardo é a maior das cidades do ABC e tem, ao mesmo tempo, um parque industrial que vende para outras empresas e um comércio de rua que vende para quem mora na esquina. Tratar as duas com a mesma campanha é o erro que faz verba sumir sem ninguém entender o porquê.

Quem vende para empresa disputa poucas buscas, caras, feitas por gente que sabe o nome técnico do que procura. Quem vende para o bairro disputa muitas buscas, baratas, feitas por gente com pressa. A primeira campanha precisa de paciência e de registro; a segunda precisa de telefone atendido. Montar as duas do mesmo jeito faz a primeira parecer cara e a segunda parecer rasa.

O ciclo B2B quebra a medição, e ninguém avisa

Numa venda para empresa, entre o clique e o pedido passam semanas — às vezes meses, com orçamento, visita técnica e aprovação de quem nem clicou. O Google Ads não enxerga nada disso: para ele, a campanha acabou no formulário. Aí o painel mostra um custo por contato bonito e o caixa não mexe, ou mostra um custo alto e a campanha é desligada justamente quando estava trazendo o comprador certo.

O conserto não é de campanha, é de registro. Cada contato precisa carregar de onde veio e ser marcado quando vira proposta e quando vira pedido. Com isso, é possível devolver ao Google o que de fato fechou — importar a conversão que aconteceu fora do site — e a plataforma passa a otimizar para pedido, não para formulário preenchido.

É trabalho de planilha antes de ser trabalho de mídia. E é o item que mais separa quem gasta de quem investe em conta B2B.

Geolocalização: a cidade é grande e o raio engana

São Bernardo tem bairro industrial, bairro residencial denso e área de manancial — e a distância entre eles não é caminhada. Raio de cinco quilômetros no mapa pode incluir quem nunca vai atravessar a cidade para comprar de você e excluir o vizinho de Diadema que está a dez minutos.

Por isso a configuração começa por presença física, nunca por interesse na região — a opção padrão do Google inclui quem só está pesquisando sobre São Bernardo de outro estado —, e depois ajusta lance por região, não por cidade inteira. Para indústria, o desenho muda de novo: o comprador pode estar em Campinas, e o que delimita não é o raio, é o termo.

O que medimos

  • Contatos, não cliquesClique é custo. A conta que interessa é quanto custou cada conversa iniciada — e, em B2B, quanto custou cada proposta.
  • Origem amarrada até o pedidoO contato guarda de onde veio, e o registro segue até virar cliente. Sem isso, desligar campanha é chute.
  • Qualidade antes de volumeVinte pedidos de orçamento fora do perfil valem menos que três dentro. O relatório precisa dizer qual dos dois aconteceu.
  • O que desligarMetade do trabalho é cortar cedo o que não anda. Campanha que ninguém desliga vira assinatura mensal para o Google.

O que não prometemos

Não prometemos posição, número de leads nem retorno em prazo fechado. Em conta B2B isso é ainda mais grave: o ciclo é longo o bastante para qualquer promessa de trinta dias ser desmentida pelo calendário, não pelo esforço.

Também não subimos campanha para destino quebrado. Se o site demora a abrir, se o formulário não registra ou se ninguém responde o pedido de orçamento no mesmo dia, o anúncio só acelera a perda — arrumar o destino vem antes.

Perguntas frequentes

Qual a verba mínima para anunciar em São Bernardo?

Não existe número universal, e quem dá um está chutando. O piso sai de duas contas suas: quanto vale um cliente e quantos contatos costumam virar um fechamento. Em conta B2B, com clique mais caro e ciclo longo, a verba precisa aguentar algumas semanas de aprendizado antes de ser julgada — verba pequena demais não erra por ser pequena, erra por não gerar dado suficiente para decidir.

Em quanto tempo vejo resultado numa venda B2B?

Os primeiros pedidos de orçamento costumam aparecer nas primeiras semanas, depois que a campanha sai da fase de aprendizado — o Google pede duas semanas no mínimo. O pedido fechado é outra conta: ele obedece ao seu ciclo comercial, não ao da mídia. Se a sua venda leva dois meses, o retorno leva dois meses, e nenhuma campanha muda isso.

Google Ads ou LinkedIn para indústria?

Google primeiro, quase sempre. No Google você aparece para quem já está procurando a peça, o serviço ou a especificação — demanda que existe. O LinkedIn serve para ser reconhecido pelo decisor antes de ele precisar, o que é valioso e mais lento. Para quem precisa de pedido este trimestre, começar pelo LinkedIn é pagar pela parte cara do funil primeiro.

Formulário ou WhatsApp para venda técnica?

Os dois, com papéis diferentes. O WhatsApp ganha em velocidade e é onde o comércio de bairro converte. Em compra técnica, o formulário costuma ser melhor: ele obriga a informar o que a proposta precisa e deixa registro. O que não funciona é oferecer só formulário e demorar dois dias para responder — a essa altura o comprador já pediu para outros três.

Vocês atendem indústria e também comércio de bairro?

Os dois. São Bernardo tem as duas economias e nós montamos campanha para as duas, com desenhos diferentes: a industrial disputa termo técnico e vive de registro; a de bairro disputa proximidade e vive de resposta rápida. O que não fazemos é usar a mesma configuração nas duas e chamar isso de estratégia.

Estas são as perguntas próprias desta página. As gerais — como começa, quais cidades, como cobramos, o que fazemos com seus dados — estão em perguntas frequentes.

Quer saber se vale no seu caso?

Conversa inicial sem custo. Traga o que você vende, para quem vende e quanto vale um cliente; a gente diz se tráfego pago é o próximo passo — e diz também quando não é.

Também atendemos

Gestão de tráfego para São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, a capital e, remotamente, o Brasil inteiro.