Serviço · Sites e landing pages
Sites feitos à mão para quem vende em São Bernardo — da indústria com catálogo técnico ao comércio que precisa de WhatsApp a um toque. Rápidos, medidos, e sem construtor por trás.
Quem compra de indústria não decide no impulso: pesquisa especificação, compara fornecedor, imprime página para levar à reunião e volta semanas depois. O site precisa servir a esse comportamento — ter a informação técnica em texto, não só em PDF; deixar claro o que a empresa faz e o que não faz; e responder as perguntas de qualificação antes do primeiro contato.
É o oposto do site de comércio, que precisa de foto, prova social e um caminho curto até o WhatsApp. Quando os dois modelos se misturam, o resultado é uma página bonita que o comprador técnico abandona por falta de dado e que o consumidor abandona por excesso.
A forma mais comum de perder busca em site industrial é publicar o catálogo inteiro como PDF. Para o buscador, aquilo é um arquivo — não uma página com título, descrição e endereço próprio. Cada linha de produto que só existe dentro do PDF é uma busca que a empresa não disputa.
O conserto é transformar as famílias de produto em páginas: nome, aplicação, especificação em texto e um caminho para pedir orçamento daquele item. O PDF continua existindo, para quem quer levar impresso — mas deixa de ser o único lugar onde a informação mora.
Muito site industrial tem formulário que dispara um e-mail e mais nada. Se o e-mail cai no spam, se o endereço mudou ou se ninguém confere a caixa naquele dia, o pedido de orçamento evaporou sem deixar registro — e nem dá para saber que existiu.
A forma certa é o contato ficar gravado antes de qualquer envio, com data, origem e o que foi preenchido. É como o nosso próprio site funciona: o lead é gravado primeiro e o aviso sai depois, para que uma falha de e-mail não custe um cliente.
Registro também é o que torna possível medir tráfego pago em venda longa: sem contato guardado com a origem, não há como saber qual campanha trouxe o pedido que fechou dois meses depois.
Se o negócio ainda não sabe explicar em uma frase o que vende e para quem, o site vai apenas registrar a confusão em HTML. Nesse caso, a conversa começa pelo posicionamento — e às vezes pela identidade visual, que é o que dá aparência de empresa a quem já é empresa.
E se o problema é que ninguém encontra a empresa, site novo sozinho não resolve: a busca local se decide no perfil do Google mais do que na página. Aí o primeiro passo é a presença no Google, e o site vem em seguida, como destino.
Site é projeto e não tem tabela, porque o escopo varia demais: uma landing page de uma seção e um site com catálogo técnico de trinta famílias de produto não são o mesmo trabalho. O orçamento sai depois de uma conversa de trinta minutos, com escopo escrito e preço fechado — nunca por hora. Os dois serviços que têm preço público estão em serviços e preços.
O que costuma atrasar não é a programação: é o conteúdo. Texto, fotos, lista de produtos e as aprovações internas são o caminho crítico em conta industrial, onde mais de uma pessoa opina. Com o conteúdo em mãos, uma landing page sai em dias e um site institucional em algumas semanas. Sem o conteúdo, nenhum prazo é honesto.
Normalmente não. Fazemos à mão, com HTML e CSS, porque carrega mais rápido, não quebra em atualização de plugin e não exige manutenção mensal só para continuar seguro. Quando o cliente precisa publicar sozinho com frequência, avaliamos um painel — mas a pergunta certa vem antes: com que frequência esse conteúdo vai mudar de verdade?
Dá, e o PDF continua no ar para quem quer imprimir. O que muda é que as famílias de produto ganham páginas próprias, com nome, aplicação e especificação em texto — porque o buscador não indexa o conteúdo do PDF como indexa uma página, e cada família presa dentro do arquivo é uma busca que a empresa não disputa.
Você. Domínio e hospedagem ficam no seu nome, com o seu cartão e o seu acesso — nós entramos como quem administra. É a mesma regra que aplicamos em conta de anúncio: se um dia você quiser trocar de agência, sai com tudo e sem pedir nada. Agência que segura acesso ganha cliente preso, não cliente satisfeito.
Estas são as perguntas próprias desta página. As gerais — como começa, quais cidades, como cobramos, o que fazemos com seus dados — estão em perguntas frequentes.
Conversa inicial sem custo. Traga o que você vende e para quem; a gente diz o que o site precisa ter — e diz também quando o problema não é o site.
Sites e landing pages para São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, a capital e, remotamente, o Brasil inteiro.